sexta-feira, 12 de abril de 2013

E que a minha loucura seja perdoada, desculpa Oswaldo!



Tenho lido muitas cousas,como sempre, minha cabeça gira a mil por hora e vez por outra me encontro anos luz do lugar onde meu corpo está. Gosto dessas viagens loucas que faço, e confesso que depois que adquiri meu telescópio tenho feito algumas viagens bem reais...Mas esses são os panos de outra manga.Tem o lance da minha tatoo nova que também são cenas para um próximo capítulo. Hoje quero falar de loucura. Estou lendo um verdadeiro elogio a ela e quem diria me sinto bem com isso. Gosto de leituras leves e enriquecedoras, curto o lance de tentar entender.Meu novo melhor amigo do Erasmo de Rotterdam tem se mostrado bem louco, louco o suficiente pra entender algumas cousas e criticar outras, o seu tom sátiro me da uma leveza louca, rsrs louca, quem diria... Fiquei com uma certa vontade de largar tudo,dar vida,permitir que a minha loucura tome a vez. Até pensei em navegar nos sinuosos traços de Maléia, perder-me loucamente por lugares escuros e sei lá. Não sei se existe alguma resposta para asminhas questões, eu não sei resposta alguma para questão alguma. Existe uma pessoa,dentre milhões existe uma, uma que talvez por quem eu permitisse que minha loucura falasse mais alto. Não que seja amor, longe disso na verdade, não que seja paixão, suas palavras “ é cedo demais pra isso”. Ora,por Odim que bela palhaçada essa não existe um tempo para isso. Mas respeito o que diz,muito embora acredito ser uma palhaçada,ahh mas isso eu já disse,ou não disse? Na verdade nem sei ao certo o que ando dizendo. Devo mesmo estar ficando louca. Ouço uma música que diz “não quero te vender o meu ponto de vista”.Outra palhaçada, sempre queremos vender nosso ponto de vista. Tinha um outro Erasmo que era bem legal, mas esse é músico e muito embora seja bom,nem se compara com aquele que critica elogiando a loucura. Agora a música que toca diz “eu não consigo odiar ninguém” Porra HG, ta de sacanagem,só pode. Todos odiamos alguém, quanto eufemismo, quantas boas intenções, quanta mentira. Pra que tudo isso. Não seria a hora de assumirmos a nossa loucura, a nossa verdade, a nossa falta de filtro?  Já não tenho mais paciência com cousas tão lindinhas assim, não aturo criancice vinda de adultos, não aturo calor,não da mais pra aceitar tanto fingimento, me cansa toda essa chatice de sermos todos tão generosos e preocupados com tudo. A fala sério, foda-se  a sustentabilidade. Que saco, quero ser louca. 


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