segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Maldita ocitocina

Que vens com teus ares poéticos . Tão falsamente requintados mas que me convence , não precisaria muito para tal. Que vens com teus olhares, falares e cantares, com teus trejeitos e malfadados trechos. E vens, com teus sinuosos andares..Ahh e vens, por que vens? Afinal, qual é mesmo o papel que interpretas nos dias atuais desse espetáculo? Quais são as canções indicadas para o brilhante momento de fama além dos quinze, tristes e medíocres quinze minutos infames? E o que se faz quando acaba o espetáculo? Que vens com tuas lamúrias, doçuras, e fúrias. Que vens com teus mares com tuas marés que vens com todas as tuas fés.E vens com teus trágicos amados sofridos amores passados, vens com teus calos, teus colos, teus solos.Mas que tanto tu vens com teus tempos, teus ventos e teus tormentos?Que tanto cargas d'água tu vens, com teus argumentos, pensamentos em piores momentos.Mas não te enganes com meus humores, não te assuste com meus amores, não te espantes com os rumores, continue a vir, venha sempre, e se quiseres ficar...

Um comentário:

Luciano disse...

MALDITA CIENCIA TIRANDO TODA GRAÇA DO AMOR!