domingo, 25 de novembro de 2012

Hoje nasci louca, nasci bizarra e nasci pequena. Pensei no espaço e em seus espaços, em seus quadrantes e em seus quadrados. Em seus rumores e em meus amores. lembrei das nebulosas fantasmas, claro que já devo ter falado delas aqui. Mas claro, vou repetir. Divaguei em devaneios soturnos, em devaneios noturnos em filmes antigos, que talvez eu nem tenha assistido, sequer acredito que estes tenham existido. Queria tanto um telescópio. Como deveria ser agradável a companhia das estrelas, das nebulosas, acompanhar uma super nova, ver a lua, sentir a grandeza. Queria ter um agora, só a companhia do Luck strike não está sendo suficientemente agradável. Da janela só vejo o que não me interessa, das muitas janelas que este que uso tem pra me oferecer só consigo prestar atenção em uma,  e é justamente a que não quero. O medo vence qualquer barreira, vence qualquer desejo. e agora fico com meu medo, fico pequena, queria a grandeza do espaço, queria a nebulosa fantasma dançarina louca dos céus negros da noite que brilha louca pela vida, que paira doida por sobre a minha cabeça triste....fazendo minhas as palavras do Coringa, o meu favorito bom e velho (porém menos badalado) coringa. Quem nunca dançou com demônios a luz do luar? Bem eu já dancei, e ainda danço, mas, não o faço tão linda e loucamente quanto elas, as nebulosas fantasmas. Hoje queria tanto ser uma delas, elas que tanto me fascinam, que tanto me intrigam, vou pegar um vinho, pois nebulosas fantasmas pedem vinho.


Crédito da imagem: T.A. Rector/Universidade do Alasca, Anchorage, H. Schweiker/WIYN e NOAO/AURA/NSF http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/noticias/espa%C3%A7o/


Um comentário:

Luciano disse...

E o teu telescópio?