terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ae Jean-Paul Sartre, o inferno é muito mais valeu!!!!!!


Inferno.
Meu amado e admirado Jean-Paul Sartre que me desculpe , mas o inferno não se resume apenas aos outros.
(todavia estes, os outros, sejam boa  parte dele)
Inferno é o sono que não vem.
A noite que se estende com suas horas intermináveis e tediosas.
A semana que passou, e a que antecedeu e possivelmente a que ocorre.
O sono que não vem.
A música que o cidadão que (que por obra satânica só pode) mora ao lado de minha casa ouve.
O vinho barato que parece já não surtir efeito.
O sono que não vem.
A distancia que me encontro daquilo que havia há muito planejado para esta época.
A falta de coragem, a covardia pura e verdadeira que impera, domina , reina em mim.
A merda do sono que não vem!
Espinhas loucas que invadem meu rosto, mais do que na puberdade,o que fazem  estas malditas espinhas? Estão erradas, chegaram ao menos uns dez anos mais tarde do que deveriam, burras espinhas retardatárias.
Acho que nem preciso falar que Morpheus se recusa a abrir as portas do seu mundo para mim.
A lua, falar da lua, inferno!!
Inferno é a lua que não muda, que só permanece , não aguento mais essa lua, lua cheia venha, quero lhe usar!!
Inferno é eu estar rançosa e não conseguir dormir, amanhã acordo cedo!
Inferno é conservar a pureza, mas sacrificando assim a certeza, e juro, esta faz tanta falta!
A porra do sono que não vem!
Inferno é ver os amigos chateados, amigos chateados com amigos, inferno é se chatear com amigos.
Inferno é não ter remédio pra dormir.
Inferno é não estar com quem se gostaria de estar.
Inferno de verdade mesmo é se dar conta de com quem gostaria de se estar e pensar, puta merda, agora fudeu de vez. Pois a companhia em questão é a menos apropriada, ou a mais inadequada, aquela que vai contra tudo que se pensa, aquela que de causal nada possui, embora vista essa máscara. Inferno é perceber tudo isso numa bosta duma noite em que não se tem sono.
É um verdadeiro inferno reconhecer a semelhança que se possui com certa pessoa tão erronia.
Inferno é não ter um puto tostão pra se fazer uma viagem que tem tudo pra ser magia.
Inferno é saber que se vai a um lugar que um amigo amado gostaria muito de ir, mas não pode. Mais inferno ainda é ter a covardia de ir assim mesmo.
Inferno é não poder levar consigo a todo e qualquer lugar os amigos do peito.
Inferno é não ter ouvido Jouquim no carro.
Inferno é o grêmio estar acima na tabela.
Inferno é estar escrevendo merda enquanto se deveria dormir.
Inferno é pegar cousas emprestadas com amigos e esquecer, devolver só depois, quando esta já não tem assim tanta utilidade.
Inferno é o preço do sapato que quero.
Inferno é querer mais sapato!
Aff, inferno é tudo isso, e muito mais, é o calor que fez nesta tarde.
Então Sartre querido, os outros, são só uma parcela de inferno, ok?!
que me desculpe , mas o inferno não se resume apenas aos outros.
(todavia estes, os outros, sejam boa  parte dele)
Inferno é o sono que não vem.
A noite que se estende com suas horas intermináveis e tediosas.
A semana que passou, e a que antecedeu e possivelmente a que ocorre.
O sono que não vem.
A música que o cidadão que (que por obra satânica só pode) mora ao lado de minha casa ouve.
O vinho barato que parece já não surtir efeito.
O sono que não vem.
A distancia que me encontro daquilo que havia há muito planejado para esta época.
A falta de coragem, a covardia pura e verdadeira que impera, domina , reina em mim.
A merda do sono que não vem!
Espinhas loucas que invadem meu rosto, mais do que na puberdade,o que fazem  estas malditas espinhas? Estão erradas, chegaram ao menos uns dez anos mais tarde do que deveriam, burras espinhas retardatárias.
Acho que nem preciso falar que Morpheus se recusa a abrir as portas do seu mundo para mim.
A lua, falar da lua, inferno!!
Inferno é a lua que não muda, que só permanece , não aguento mais essa lua, lua cheia venha, quero lhe usar!!
Inferno é eu estar rançosa e não conseguir dormir, amanhã acordo cedo!
Inferno é conservar a pureza, mas sacrificando assim a certeza, e juro, esta faz tanta falta!
A porra do sono que não vem!
Inferno é ver os amigos chateados, amigos chateados com amigos, inferno é se chatear com amigos.
Inferno é não ter remédio pra dormir.
Inferno é não estar com quem se gostaria de estar.
Inferno de verdade mesmo é se dar conta de com quem gostaria de se estar e pensar, puta merda, agora fudeu de vez. Pois a companhia em questão é a menos apropriada, ou a mais inadequada, aquela que vai contra tudo que se pensa, aquela que de causal nada possui, embora vista essa máscara. Inferno é perceber tudo isso numa bosta duma noite em que não se tem sono.
É um verdadeiro inferno reconhecer a semelhança que se possui com certa pessoa tão erronia.
Inferno é não ter um puto tostão pra se fazer uma viagem que tem tudo pra ser magia.
Inferno é saber que se vai a um lugar que um amigo amado gostaria muito de ir, mas não pode. Mais inferno ainda é ter a covardia de ir assim mesmo.
Inferno é não poder levar consigo a todo e qualquer lugar os amigos do peito.
Inferno é não ter ouvido Jouquim no carro.
Inferno é o grêmio estar acima na tabela.
Inferno é estar escrevendo merda enquanto se deveria dormir.
Inferno é pegar cousas emprestadas com amigos e esquecer, devolver só depois, quando esta já não tem assim tanta utilidade.
Inferno é o preço do sapato que quero.
Inferno é querer mais sapato!
Inferno é a cara de bunda que estou agora!
Aff, inferno é tudo isso, e muito mais, é o calor que fez nesta tarde.
Então Sartre querido, os outros, são só uma parcela de inferno, ok?!



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