domingo, 1 de abril de 2012

Pensar eu penso, mas e quanto a existir?

Quando penso em ti ( e tenho feito com muita frequência) não procuro encontrar aquilo que temos incomum, mas aquilo que temos diferente. Deve ser por que no fundo, bem no fundo (lá longe das fantasias que permeiam minha mente) eu saiba que muito embora eu pense sermos parecidos talvez não sejamos. Quando penso em ti vejo a tua força, confesso que me inveja um pouco a força que tens, tenho me sentido tão fraca... Quando penso e ti fico tentando a todo custo encontrar os teus defeitos, não tenho tido muito sucesso com isso. Deus do céu, onde estão os teus defeitos? É impossível que tu não os tenha, me sinto tão pequena por possuir uma infinidade de imperfeições gritantes enquanto tu ostentas uma lista invejável de cousas maravilhosas, de características que bem poderiam ser descritas em um livro de romance barato como as Júlias que lia na adolescência. Quando penso em ti sinto vergonha, é tenho andado como quem retrocede e acredite, é no mínimo uns dez anos, logo me sinto com quinze anos novamente, só que sem aquele brilho todo que havia em meus olhos.  Quando penso em ti recordo de todas aquelas ondas de alegria que emanam do teu sorriso e confesso que é nesta hora que mais sinto tua falta. Quando penso em ti minto pra mim o tempo todo, alimentando em falsas esperanças, Quando penso em ti permito que as lágrimas caiam livremente, pois quando penso em ti perco o controle de toda e qualquer cousa...Penso em ti bastante, mas creio que na verdade este é um amor que de fato não existe, e talvez sequer seja por conta do seu unilateralismo, são essas cousas da vida que agente não explica, simplesmente agente acorda e tharam, está apaixonada. Mas  quando penso em ti, apenas penso em ti.

Um comentário:

Sandra disse...

Shaninhahh, tudo isso i lindo, mas acho que já ta na hora de sair do platônico^^