terça-feira, 2 de agosto de 2011


Não posso dormir!
Mas quem haverá de me criticar além de eu mesma?
O sono é que não me quer, ao menos não durante as noites.
Logo estas eu reservo para meus devaneios e filosofias.
As noites eu guardo para as letras, para o papel e para o espelho
Pobre de ti caro leitor ( isto no caso de haver algum)
Todavia são apenas este os suvenires que trago a ti
Lembrança das viagens que faço para dentro de mim
Para as mais profundas e soturnas cavernas da minha alma.
Sinto não trazer nada melhor.
Juro-te que na próxima viagem
 busco no fundo do mar alguma pérola que possa te presentear.

Um comentário:

leone disse...

mas pra que dormir, o bom da noite é ficar acordado...